Equipe de Redação do Momento Espírita, com base na questão 254 do livro ‘O Consolador’, do Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB. referência: http://www.momento.com.br/exibe_texto.php?id=1279
segunda-feira, 29 de junho de 2009
SER PACIENTE
domingo, 31 de maio de 2009
Lembrete:
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Cansado e feliz na terra
Já reclamei demais em minha vida,
sexta-feira, 27 de março de 2009
Sobre a humanidade em mim
Quantos destes fatos presenciamos pessoalmente ? Quantas vezes vimos um avião cair, ou um homem ser linchado ? Talvez nenhuma, a não ser na televisão ou na internet. De toda forma, isso nos faz pensar as vezes que o mundo é injusto e cruel, e que somos vítimas do acaso e da ignorância alheia. Mas não seríamos também vítimas da nossa própria ignorância ?
Quantos erros já cometemos com as pessoas e com nós mesmos ? Quantas vezes culpamos as circunstâncias para poder dormir em paz ? Quantas vezes deixamos de nos responsabilizar pela trajetória das nossas palavras para poder gozar de uma falsa tranquilidade ?
O homem que é vítima dos outros homens, acaba por ser vítima dele mesmo quando não assume seus atos.
Todas as misérias causadas pelo egoísmo da humanidade, o meu egoísmo, ainda não foram suficientes para tornar o homem um ser mais responsável ? Até quando vamos nos por à margem da humanidade e apontar para todo o resto dentro do nosso impensado conceito de humanidade ?
A principal causa da tormenta que desequilibra o ser está enraizada no fundo da sua alma, no inconsciente. Lá estão bem guardados grandes segredos, todas as ofensas não perdoadas, todas as ofensas proferidas, todos os erros cometidos com o aval da nossa ignorância, mas contrariamente a nossa essência.
Já é hora de nos responsabilizarmos por nossos atos. É agora o momento de entender que o erro faz parte do acerto, mas que a insistência no caminho errado é martírio desnecessário.
Como podemos querer a felicidade, se fazemos ao próximo coisas que nunca desejaríamos a nós mesmos ? Não é da nossa essência buscar o sofrimento senão em estado de pertubação. Quando agimos de má fé, com má vontade, estamos nos contrariando e consequentemente pagando o preço através de uma agonia aparentemente inexplicável.
Lamento que grande parte da humanidade ainda não entenda isso. Que o orgulho ainda cegue grande parte de nossos irmãos e muitas vezes, nós mesmos. Mas o que fazer então ?
A solução a priori é entender que toda ofensa é fruto da ignorância. Aquele que pratica um ato com ignorância, está privado parcialmente ou totalmente da sua plenitude de consciência, então pode ser considerado à um ato irresponsável. A palavra irresponsável significa "não responsável". Da mesma forma com que o animal age por instinto, o ato irresponsável, pode também ser comparado à um ato instintivo, pois é causado mais por um sentimento ou desejo indomado, do que por uma razão plena e completa.
Todos nascemos no mesmo planeta porém sob condições culturais diferentes. Essas condições são fatores importantes na construção de nossa personalidade, mas não é o determinante. Estamos em evolução física e moral ao longo da história, isso é um fato que pode ser visto com um pouco de estudo e observação. Quem negar isso, está negando a si a oportunidade de compreender melhor o mundo. Quando compreendemos esta evolução, naturalmente nos inclinamos para uma descoberta muito importante, a de que os homens estão em estágios diferentes de entendimento, e consequentemente, agem de acordo com este estado. Aquele que compreender e aceitar que estamos em condições diferentes de entendimento, mas perante a gigantesca escala evolutiva, estamos todos ao mesmo nível, será capaz de perdoar e relevar qualquer erro cometido.
O quadro deste post é do pintor espanhol Goya, vale a pena assistir o filme: "Os fantasmas de Goya", e refletir sobre a sua arte, que era de certa forma uma crítica e um retrato fiel da nossa condição.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Sobre o que buscamos

Nos buscamos muitas coisas
mas e se algumas delas forem cidades perdidas
que crescem apenas em nossa imaginação
então podemos parar neste exato momento
fechar os olhos e olhar para o interior
Imagine algumas velhas ruinas gregas
com colunas brancas por onde se enrosca verdes plantas
uma ilha com estradas de pedras e água fresca saindo dos vales
a grama que balança ao prazer do vento de uma primavera eterna
Eu consigo ir até lá
basta começar a imaginar esta simplicidade
algo que sempre existiu ao nosso lado
você ainda pode ver
longe dos prédios
dos telefones
dos homens civilizados
Lá é possivel viver o verdadeiro amor
toda ofensa é perdoável
todos trabalham por todos
a vida é simples
como deve ser.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Ar condicionado ecológico
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Meu ex-mundo ovO

Fui adolescente,
fui efervescente,
desligado do mundo,
ausente.
Meu mundo era um ovo,
pequenas fissuras,
pouca luz e muita clara.
Claro que eu via a casca.
Descascava pra dentro de mim.
Nunca imaginei além da casca.
Foram anos duros com a casca
me protegendo e me isolando.
Do ovo agora só restam lembranças.
Nunca esquecerei daquele tempo,
quando a casca me protegia
e eu acreditava estar sozinho.
